Carga tributária e burocracia, a culpa não é do contador

17/10/2016

Atuar num país movido pela carga tributária, burocracia e falta de mão de obra qualificada não é fácil.
 
Manter-se num mercado competitivo também não é nada fácil. A competitividade nesta atividade está em atender às novas exigências do fisco com o menor custo, sem abrir mão da qualidade e sem por em risco a continuidade da atividade.
 
Neste mundo fiscal, tudo é muito dinâmico. A todo o momento o governo muda regras tributárias e cria obrigações, e o profissional da área? Tem de manter-se atualizado para não correr o risco de ser excluído do mercado. É neste contexto que reside a falta de mão de obra qualificada. Para atuar nesta área a qualificação deve ser diária. Não há espaço para quem não estuda.
 
Atualizar-se diariamente, participando de cursos, palestras, encontros e congressos é custo ou investimento? O que se sabe é que deve fazer parte do orçamento da empresa / profissional.
 
Alguns desavisados acham que a carga tributária e a burocracia são culpa do contador.
 
Mas o profissional contador é peça chave para manutenção das atividades econômicas e crescimento do nosso país.
Várias regras fiscais e obrigações fiscais não causariam tanto transtorno, se antes da criação o legislador consultasse os profissionais da área contábil e fiscal. A exemplo dos transtornos causados pelo DIFAL – EC 87/2015, e recentemente a DeSTDA, entre outros.
 
Vai empreender ou ampliar suas atividades, consulte um contador! Profissional atualizado em meio a tantas alterações nas regras tributárias e fiscais.
 
Fonte: Siga o Fisco
 

 

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